quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pena que os menus não carregam tantas ferramentas quanto o WinRAR, que surpreendentemente é muito menor (1200 KB contra 12600 KB, aproximadamente) e capaz de navegar por pastas do sistema (você pode ir de um disco ao outro sem ter que recorrer ao comando abrir, pois tudo é feito pela janela de visualização).


O melhor de tudo é que o WinRAR, mesmo com tanta coisa, consegue não pesar nos olhos, deixando à mostra (fora dos seus menus) apenas os comandos mais necessários, como as operações de arquivo (extração e adição), reparação, informações, visualização, localização rápida, exclusão e o assistente.

PRATICIDADE DE USO

Em termos de versão de avaliação, o WinRAR é muito menos intrusivo que o WinZip, que ao carregar exibe toneladas de avisos e notificações, sejam elas a respeito da compra do produto final ou das associações, avisando-o de que para que seu funcionamento seja pleno ele necessita estar devidamente ligado aos arquivos (e quebrar todas as suas configurações pessoais no processo).
Você pode desativar algumas destas mensagens, mas não há como negar que o procedimento, além de chato, consome um tempinho.

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